quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Um Problema de todos Nós

*Um problema de todos nos Degradação do sistema penal, corrupção nos instituição públicos, brutalidade policial, trafico de armas e drogas, violência no transito, racismo e homofobia, esta é uma lista dos temas e problemas dos quais se ocupam especialistas em estudo sobre violência. Todas as pessoas ficam a procura e a espera do Apocalipse,é só abrir o jornal tai. O artigo do nosso constituição, quando foi na segurança publica diz que ela é dever do Estado e responsabilidade de todos mas nas condições brasileiras que haverá segurança mas em alguns momentos andamos pra trás: Em outro avançamos. Michel Foucolt, tinha um interesse especial pelos temas da violência e da disciplina. Ele só queria entender de que maneira e por que rezões as diferentes sociedades estabelecem aquilo que as pessoas devem fazer aquilo que é visto como um tipo de punição ou sanção. Mas nós bem sabemos que no caso do Brasil e de outras nações a racionalização dos processamentos penais não levou nem a uma contenção satisfatória do crime. No inicio dos anos 1980, o conjunto habitacional e cidade de Deus, na zona Oeste do Rio de Janeiro, Tinha se tornado conhecido como uma das localidades mais violentas do pais . Porém ainda hoje, a logica que associa pobreza e criminalidade segue prevalecendo no imaginário social tenho que ser continuamente recusada por vários cientistas social. Alba Zaluar Sugere que muitos jovens pobres aptam por fazer parte de redes criminosas porque elas podem lhes oferecer prestigio e poder. Mas como constatamos cada vez mais, juntos com o prestigio e o poder possibilitados pelos lucros obtidos com o comércio de drogas ilícitas,muitas vezes vem a morte precoce evidente. A violência urbana não é uma exclusividade brasileira, Max Weber define o estado como uma comunidade humana que pretende com exito o monopólio do uso legitimo da força física dentro de um determinado território. Para o sociólogo Luiz Antônio Machado da Silva, não se deve ver os comandos dos narcotraficantes como um “Estado dentro do Estado”. Segundo Machado da Silva. “pode-se apresentar a características mais essencial da sociabilidade violenta como a transformação da força,de meio de obtenção de interesse, no próprio principio de coordenação das ações”. Não faz sentido, portanto acionamos as nações de “criminalidade organizada” ou “Estado paralelo” para explicar o problemas da violência no Brasil. Tampouco faz sentido conceber que o individuo já nasça violento. E justamente porque não se trata de uma questão “natural”, alguém que no presente é criminoso, no futuro pode deixar de se-lo.

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